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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Um amor para sempre

Nunca esquecerei aquele dia de Março, de quase Primavera em que conheci o Tiago.
Eu estava com a minha mãe e os meus irmãozinhos quando na penumbra, vi aproximar-se aquele menino de olhar meigo, apontando para mim, e dizendo:
-“Quero esta!”. Tinha acabado de me escolher.
Em Maio cheguei a Lisboa, depois de uma viagem desde o Alentejo, que me pareceu longa demais, metida numa caixinha de cartão, juntamente com uns pedacinhos de carne. Sempre gostei de carne...
Foi uma viagem recheada de medos e angústias, longe da minha mãe e dos meus irmãozinhos, rumo ao desconhecido.
Mas, mal se abriu a caixinha, vi a minha dona, a mãe do meu dono, que me encheu de festinhas e carinho. E soube nesse instante que ia ter uma vida longa e feliz.

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