Aqui, partilho afectos.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pardalzinho

O pardalzinho nasceu livre.
Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou no jardim.
A alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!
(Manuel Bandeira)

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