Aqui, partilho afectos.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Le VIillage Royal



No 8e arrondissement, mesmo no coração do Paris chic e glamoroso, onde abundam atracções culturais e turísticas, encontra-se uma passagem encantadora, ainda preservada do tumulto da cidade: Le Village Royal (também chamada Cité Berryer). Fica situada a poucos passos da Église de la Madeleine, próximo da Place de la Concorde, da Place Vendôme e também do Jardin des Tuileries.
A Village Royal acolhe lojas de grande prestígio como Dior ou Chanel. E nesta época do ano está magnificamente decorada.
A rua foi integralmente renovada em 1992, para se tornar numa montra da elegância parisiense, conservando ao mesmo tempo o seu aspecto histórico. Hoje, é um local original e obrigatório para compras no quartier Saint-Honoré.
Um pouco de História: 
Le Village Royal foi inaugurada em 1746 como resposta ao crescimento da população. Nessa época era um terreno privado, sem nenhuma habitação. Existia apenas uma importante caserna num dos lados do terreno: a caserna da guarda real do rei Louis XIII, os célebres Mosqueteiros.
O 8e arrondissement tornou-se um bairro de moda a partir da segunda metade do séc. XVIII, quando financeiros e alta burguesia quiseram sair do Marais, que já se encontrava saturado de população. Para responder ao desenvolvimento do bairro, foi decidido criar um mercado, o “Marché d’Aguesseau “, que viria a acolher comerciantes de todas as áreas.
Depois da sua renovação em 1992, o mercado tornou-se  “Village Royal”. O comércio simples e tradicional cedeu lugar ao comércio de luxo, mas a rua conserva a sua atmosfera de antigamente, com as suas casas baixas de magníficas fachadas, e as suas lojas sempre magnificamente decoradas. Uma agradável passagem com um charme sofisticado mas delicado, onde é sempre agradável passear em qualquer época do ano.

Fotos de Denise Jacobs "France d'art et de lumière"




terça-feira, 12 de novembro de 2013


Vivo cada dia, como se fosse cada dia. Nem o último nem o primeiro - o Único.

Pablo Neruda

Pintura de Helène Beland

sábado, 9 de novembro de 2013

Nem todos os dias são bons

 
Nem todos os dias são bons, mas existe sempre algo de bom todos os dias. Todos os dias são uma sucessão de boas oportunidades.

Jorge Madureira in "O andamento dos dias"
Pintura de Iris Scott

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Acreditar


Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção, o que me traduz. Acreditar é o que explica a minha vida.

Yohana Sanfer
Pintura de François Batet